Locação

4 cuidados que você deve ter com os contratos de locação de clientes

4 cuidados que você deve ter com os contratos de locação de clientes

O objetivo de todo corretor é conseguir fechar negócio entre comprador e vendedor, locador e locatário, certo? O detalhe é que, na prática, a jornada entre a apresentação do imóvel e o aperto de mão entre as partes pode ser bem longa. E nem depois disso o trabalho do corretor acaba! É preciso oficializar o negócio por meio de um contrato de aluguel, documento que reúne garantias, deveres e direitos dos envolvidos na negociação. Nessa etapa, como fazer com que o negócio seja totalmente seguro? Pois foi pensando nisso que resolvemos listar aqui alguns cuidados necessários na elaboração de contratos de locação. Confira!

Garantias

É no contrato que deve ser registrada a garantia que o locador terá no caso de inadimplência. Atualmente, existem 3 tipos de garantia.

  • Caução: o inquilino deposita um valor antecipado, sendo que a quantia deve ser devolvida ao fim do contrato. De acordo com a legislação brasileira, o valor máximo do caução nunca deve ultrapassar o equivalente a 3 aluguéis.
  • Fiador: o locatário indica uma ou mais pessoas a quem o locador possa cobrar a dívida em caso de atrasos ou inadimplência. Em geral, exige-se que o fiador tenha imóveis em seu nome ou ao menos renda superior ao valor do aluguel.
  • Seguro-fiança: uma alternativa parecida com a da fiança comum, com a diferença que o papel do fiador passa a ser exercido por uma pessoa jurídica (como a imobiliária ou uma instituição financeira).

Aqui é importante ressaltar que as garantias não são cumulativas, ou seja, o contrato só pode prever uma dessas garantias alternativas.

Multas

Outro ponto que deve ser esclarecido desde a elaboração do contrato diz respeito às sanções impostas em caso de término antecipado do acordo. Que valor o locatário deve pagar caso entregue as chaves antes do previsto? De acordo com a lei, esse valor deve ser de 3 aluguéis. No entanto, o contrato pode prever regras específicas, como a dispensa da multa depois de um ano de contrato e em ocasiões extraordinárias, como a transferência profissional compulsiva do inquilino. Em todos os casos, é necessário um aviso prévio de 30 dias.

Despesas

Em geral, contratos de locação em condomínios definem que cabe ao inquilino o pagamento da taxa condominial. Da mesma forma, compete a quem aluga pagar contas como luz, água, gás e IPTU. Mas algumas taxas podem ser de responsabilidade do locador, como as relativas à conservação do prédio ou a taxa de incêndio cobrada por algumas prefeituras. O importante é que a divisão de todas as responsabilidades de pagamentos de despesas sejam discriminadas no contrato.

Devolução

Mais um ponto que deve ser esclarecido no contrato: as condições de devolução. Afinal, o locatário pode realizar benfeitorias no imóvel? Pode alterar a infraestrutura da residência? Em caso positivo, quem deve arcar com as despesas? Em geral, os contratos preveem que obras emergências no imóvel alugado são de responsabilidade do locador e quaisquer mudanças meramente estéticas (caso permitidas) promovidas pelo locatário devem ser desfeitas ao fim do contrato. Outro ponto bastante comum é a exigência de que o inquilino pinte o imóvel antes de entregar as chaves. Nenhum mistério, não é mesmo?

Entendeu quais os cuidados você deve ter com esse tipo de contrato? Então agora aproveite para conhecer o melhor sistema de gestão de locação do mercado imobiliário – o inGaia Locação e seja muito mais produtivo com esse sistema que conquistou o mercado de imóveis.

Agora nos conte aqui se você ainda tem dúvidas sobre os contratos de locação! Comente e compartilhe seus questionamentos conosco!

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