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Corretor de imóveis: 9 fatores que influenciam no valor do imóvel

Tudo bem que precificar uma propriedade nunca foi uma missão simples, mas o fato é que essa tarefa se tornou ainda mais complexa nos últimos anos. Primeiro, o mercado imobiliário experimentou uma valorização intensa, especialmente pela realização de grandes eventos esportivos no Brasil. Depois, com a crise econômica no país, os preços estagnaram. Diante dessa realidade, torna-se essencial compreender o que realmente influencia no valor do imóvel.

O corretor de imóveis tem um papel fundamental aí, pois é o profissional mais indicado (e preparado) para identificar e interpretar os itens que fazem parte da precificação. Além de dominar inúmeros conhecimentos técnicos, ele ainda deve ter um bom poder de observação para avaliar com precisão o valor de uma unidade. Quer saber o que mais faz diferença no preço final de um imóvel? Então confira 9 fatores que o impactam diretamente!

1. Localização

Muitos corretores consideram a localização o aspecto decisivo na hora de definir o valor do imóvel. E eles realmente não estão errados! Afinal, a proximidade de áreas centrais ou bairros nobres valoriza, sim, qualquer propriedade. E é justamente a procura por essas regiões que valoriza a oferta, elevando os preços. Áreas com um bom potencial de crescimento ou que estejam recebendo melhorias e investimentos também costumam ser bem avaliadas.

Por outro lado, imovéis em localidades desprivilegiadas sofrem depreciação. Poucas pessoas se dispõem a morar em áreas marcadas por uma grande incidência de criminalidade ou mesmo pela ausência de atendimento a serviços básicos — como água, energia, esgoto, gás e até internet. Ruas não pavimentadas e espaços que alagam facilmente também representam um mau prognóstico para os preços.

2. Estrutura

Ter uma boa estrutura é igualmente importante na hora de decidir o valor do imóvel. Atualmente, por exemplo, muita gente quer modernizar sua unidade e, para isso, é fundamental contar com uma planta que não seja engessada, permitindo as tão sonhadas mudanças. Entre as alterações mais comuns estão a criação de ambientes amplos e da famosa cozinha americana, que demandam a remoção total (ou ao menos parcial) de paredes.

O número de cômodos, a integração entre eles e a forma como são distribuídos também contam bastante, bem como, obviamente, a metragem total da unidade. Embora apartamentos pequenos e funcionais estejam em alta no mercado, é inegável que ambientes maiores e mais aconchegantes ainda enchem os olhos de muitos compradores.

3. Facilidades

Outro ponto muito desejável para grande parte dos compradores é que a região do imóvel esteja suprida por um bom número de facilidades. Pode acreditar: em dias corridos como os de hoje, contar com estabelecimentos comerciais e serviços a poucos minutos de casa pesa muito na hora da escolha.

Entre as comodidades mais desejáveis, podemos incluir supermercados, farmácias, bares, restaurantes, lanchonetes, hortifrútis, escolas, hospitais, clínicas, universidades, bibliotecas, padarias, lavanderias, centros comerciais e shopping centers, entre outras. Para quem não abre mão da saúde e da boa forma, academias de ginástica, parques, praças e ciclovias também são diferenciais.

4. Acabamento

Sempre ouvimos falar que o acabamento é uma das partes mais caras de qualquer construção. Por isso mesmo é que muitas construtoras e proprietários escolhem economizar nesse item, investindo em material de segunda categoria. Isso certamente impacta de forma bastante negativa o valor do imóvel.

Corretores e até compradores mais atentos certamente pensarão 2 vezes antes de fazer uma proposta de compra a uma propriedade construída com materiais inferiores, mesmo que ela fique em uma região nobre. Isso sem falar que itens mais caros e de boa qualidade não apenas duram muito mais como exigem menos gastos e preocupação com a manutenção.

5. Conservação

Não é preciso ser um especialista para entender que, além de uma boa escolha dos materiais na hora de fazer o acabamento, é fundamental preservá-los. Por esse motivo, o estado de conservação é mais um dos fatores que influem no preço do imóvel. Muitos donos não pensam nisso e usam a propriedade como se não houvesse amanhã. No entanto, o fato é que qualquer comprador desanima quando percebe que precisará gastar tempo e dinheiro com reparos.

Problemas hidráulicos, como vazamentos, ou elétricos, como quadros de energia desatualizados, ou mesmo estruturais, como rachaduras nas paredes, estão entre os problemas mais desencorajadores da compra.

6. Lazer

Em tempos de estresse e correria, a possibilidade de usufruir de uma bela área de lazer pode fazer toda a diferença na hora da avaliação. A área tanto pode ser interna, como no caso de quintais particulares e áreas privativas, quanto externa, como ocorre na maioria dos prédios e condomínios nos grandes centros urbanos. Invariavelmente, esse item joga o preço do imóvel lá no alto.

Alguns empreendimentos residenciais, por exemplo, investem bastante nesse quesito. Não é raro encontrarmos nessas plantas piscinas, saunas, playgrounds, espaços gourmet, quadras poliesportivas, academias privadas, pistas de cooper, spas ou até mesmo pequenas salas de cinema.

7. Personalização

Ao comprar um imóvel, muita gente aproveita o embalo para fazer diversas mudanças, deixando-o mais adequado às suas expectativas pessoais e às necessidades da família. Se isso for feito com cuidado e bom-senso, o resultado pode até elevar o preço da unidade. Porém, até a menor extravagância pode ser o suficiente para desvalorizar a propriedade.

Para atrair mais compradores, o indicado é apostar na neutralidade. Elementos sóbrios e cores discretas na parede são excelentes escolhas. É recomendável evitar o excesso de personalização e alterações de cunho estritamente pessoal, pois qualquer eventual reforma do futuro dono pode ser motivo para abatimento no preço de venda.

8. Garagem

Infelizmente, sabemos que os transportes públicos do Brasil deixam bastante a desejar, especialmente nas grandes cidades. Por isso, boas vagas de garagem costumam contar bastante na hora de avaliar o preço do imóvel.

Dispor de espaço suficiente para 1 ou 2 carros, por exemplo, é um tremendo diferencial para quem quer vender. Em alguns locais, isso chega a representar um percentual grande do valor pedido para uma transação.

9. Documentação

Esse é um item que, justamente por ser pouco observado no Brasil, torna-se também muito decisivo na hora da precificação de um imóvel. Muitos compradores deixam de fazer uma proposta quando se deparam com uma propriedade cheia de problemas na papelada.

Além de estar em dia com taxas e impostos da prefeitura, é importante também não ter outras pendências, como partilhas de herança ou inventários. É interessante emitir a matrícula atualizada do imóvel, as certidões negativas da Receita Federal, do INSS e da justiça na hora de vender.

Esses são alguns dos fatores de maior peso para a atribuição de valor a um imóvel! Gostou do conteúdo? Então confira também este post sobre como valorizar os imóveis usados na hora da venda e conheça o inGaia Imob, nosso software completo para gestão imobiliária de clientes e imóveis que irá te ajudar e muito na hora de vender!

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