Locação

A evolução do mercado de locação e as tendências para 2016

A evolução do mercado de locação e as tendências para 2016

Não é segredo para ninguém, seja corretor ou imobiliária, que as locações, quando bem trabalhadas, podem segurar a onda em tempos de maré baixa. Para que você consiga usufruir de tudo isso, que tal se informar um pouco sobre o panorama do mercado de locação no Brasil? Como se comportou esse setor nos últimos anos? Para onde vamos evoluir em 2016?

O sonho da casa própria
Antes de trazermos dados concretos sobre as moradias de aluguel no Brasil, é muito importante refletirmos sobre a cultura que reina por aqui; a busca constante pela casa própria.

Nossa política dominante, desde a época da forte urbanização, é caracterizada pela difusão e valorização da propriedade privada em detrimento do aluguel. Veja só: tivemos, na década de 40, o incentivo da Fundação da Casa Popular, em seguida, entre a década de 60 e 80, o Sistema Financeiro da Habitação e o crescimento do crédito – mesmo apesar da forte crise dos anos 80 – e, em 2009, a atuação do Programa Minha Casa, Minha Vida.

Tais programas de incentivo trouxeram para a população a crença de que o sucesso está no imóvel próprio; ter onde viver, poder modificar a estrutura da casa, ter uma carta na manga em caso de aperto financeiro. Cenário muito diferente dos países desenvolvidos: para se ter uma ideia, nos Estados Unidos, em 2010, 32% das casas eram alugadas, já na Holanda 46%, enquanto que no Brasil, no mesmo período, a taxa era de aproximadamente 19%.

O vai e vem das taxas de domicílios alugados
Segundo estatísticas do “Censos Demográficos”, houve uma crescente dos aluguéis entre 1940 e 1960, época da forte urbanização e explosão demográfica. Entre 1960 e 2000 esse índice cai drasticamente (de 27,61% para 14,29%), época das políticas de financiamento e crédito para imóveis próprios. Já em 2010, isso muda! As taxas de aluguéis sobem para 18,32%.

E o que aconteceu em 2010?
De 2010 para cá, o índice de famílias que procuram por apartamentos e/ou casas alugadas só cresceu. Isso se deve à vários fatores, dentre eles: em regiões metropolitanas, o custo do transporte fez com que as pessoas buscassem moradia perto dos locais de trabalho ou estudo, as casas oferecidas para locação começaram a apresentar melhores condições em termos de infraestrutura, por exemplo, a Lei do Inquilinato foi melhorada, proporcionando menos risco para o locador, dentre outros fatores.

Enfim, diversos fatores socioeconômicos contribuíram para a evolução do mercado de aluguel no Brasil. Por isso, é importante ficar de olho.

E quais são as expectativas em 2016?
Já estamos encerrando o primeiro trimestre de 2016 e podemos afirmar: o interesse por aluguel é sim maior que o interesse pela compra de imóvel. Já no mês de janeiro, segundo pesquisa divulgada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo, o número de casas e apartamentos alugados foi 15,18% maior que em dezembro de 2015.

A escassez do crédito em tempos de crise e a instabilidade dos empregadores levam as pessoas a segurarem a mão nos gastos e optarem por não se envolver em dívidas longas de financiamento. O aluguel está com tudo esse ano, fique atento corretor!

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