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Financiamento de imóveis pela Caixa: fique por dentro das novas regras

A opção preferida de boa parte dos brasileiros que desejam comprar um imóvel parcelado é o financiamento de imóveis pela Caixa Econômica. Por isso é que o país todo se assustou ao ver que o modelo sofreria mudanças importantes. Em 2015, alguns de seus limites foram reduzidos. Depois, com a necessidade de estimular a reação do mercado imobiliário, novas mudanças foram feitas, em julho de 2016, elevando os principais limites da operação. Você saberia dizer, no fim das contas, o que realmente mudou? Então conheça quais são as novas regras e veja qual o impacto que elas podem trazer para a demanda do seu mercado!

Aumento da parcela

Uma das mudanças ocorridas no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) diz respeito ao aumento da parcela do imóvel que pode ser financiada. Antes, a cota de financiamento para imóveis usados era de 60%. Com as mudanças, passou para 70%. Para imóveis novos, em construção ou para a construção em terreno próprio, o valor saltou de 70% para 80% no caso de operações acima de 750 mil reais. Assim, um imóvel usado que custa 700 mil reais, por exemplo, pode ter até 490 mil financiados hoje em dia, contra 420 mil antes da mudança.

Aumento do limite

Além de aumentar a parcela do financiamento em si, o limite a ser financiado também aumentou, dobrando de tamanho. Antes, para ser financiado pelo SFI, um imóvel podia custar, no máximo, 1,5 milhão de reais. Com a mudança, o valor passa para 3 milhões. Para você ter uma ideia do impacto positivo dessa mudança, imagine um imóvel de 2 milhões de reais. Antes, ele simplesmente não podia ser financiado pela Caixa. Agora, tem um financiamento que cobre até 1,6 milhão do montante total. Para um imóvel novo de 1 milhão de reais, o valor de financiamento passa de 700 para R$ 800 mil reais.

Impacto das mudanças

O maior impacto das mudanças nesse modelo de financiamento é mais que óbvio: ficou relativamente mais fácil adquirir um imóvel. Como o SFI não permite o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a aquisição de um imóvel por meio desse sistema era considerada mais difícil com limites mais baixos. O aumento de limites é, portanto, bastante positivo para estimular o consumidor a financiar seu imóvel pelo banco. E essa era mesmo a principal intenção do governo ao aumentar esse limite: estimular o mercado imobiliário em geral. Como é feito pelo SFI, o comprometimento de crédito oferecido pelo FGTS diminui, estimulando o mercado sem gerar mais dificuldades de crédito — além das já existentes graças à crise.

Em relação ao trabalho do corretor, as mudanças mexem diretamente no volume de demanda. Com acesso mais facilitado a melhores condições para aquisição de um imóvel pelo SFI, o resultado é que mais pessoas tendem a comprar imóveis. Afinal, agora as parcelas das unidades cabem no bolso sem apertar demais o orçamento familiar!

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